sábado, 4 de fevereiro de 2012

Jogar o football (III)

O Futebol Clube do Porto é o melhor clube europeu dos últimos 35 anos.  

Podia começar de muitas maneiras diferentes, mas achei melhor começar já por aqui, não só para aquecer o sangue ao pessoal neste dia mais frio do ano como para poder também falar em distanciamento analítico. O distanciamento analítico é o grande problema dos cientistas sociais. Sendo um observador inserido no sistema que observa, o cientista social tem de se distanciar do objecto que está a analisar, sob pena das conclusões serem adulteradas pelos seus preconceitos.

No caso português, sendo um terço dos adeptos do futebol portistas e os outros dois terços anti-portistas, é difícil conseguir o distanciamento analítico suficiente para concluir, sem preconceitos, que o Porto é o melhor clube europeu dos últimos 35 anos.

Os que poderiam desempatar – os que não são portugueses – sofrem do mal oposto: estão demasiado afastados para nos ver.
 

Mas o Porto é o melhor clube europeu dos últimos 35 anos.
 

Em 1977, o Porto, principal clube da segunda maior cidade do país mais pobre e isolado da Europa Ocidental, com dez milhões de habitantes, em grande parte iliterados, em que nem televisão quase havia, saído de uma revolução política, estava há 18 anos sem ganhar um campeonato e nos onze anteriores só por duas vezes tinha conseguido ser segundo. Tinha 5 títulos nacionais no seu palmarés.

Tirando partido de todas as (poucas) condições que tinha ao seu dispor, incluindo um sistema formatado no compadrio e no caciquismo secularmente português e típico do sul da Europa, que tratou de conquistar através da modernização e profissionalização da corrupção (não foi o clube que inventou a corrupção, apenas se tornou melhor a fazê-la do que os outros), o Porto evoluiu em todas as vertentes – científica, económica, política e cultural.

Em 2011 o Porto, esse mesmo clube dessa mesma cidade desse mesmo país que continua a ser o mais pobre e periférico da Europa Ocidental, tinha ganho, entre muitos outros troféus relevantes, vinte campeonatos e duas Taças dos Campeões Europeus, e ascendido ao lugar incontestável de líder do futebol português em todas as suas componentes contemporâneas, ou seja, que não dependam de factores históricos.

Se (e é um grande se, concordo) excluirmos da equação a questão ética – que, de facto, só interessa aos portugueses, e que só nós, verdadeiramente, conhecemos – nenhum outro clube europeu fez tanto nestes anos como o Porto.

Mostrem-me outro que, perante condições semelhantes, tenha feito tanto como o Porto (tenho a certeza de que vontade não vos vai faltar e eu, por acaso, até agradecia se conseguissem…) e eu admito que o Porto não é um clube único no contexto europeu de 1977 para cá.


Não é que os outros não tenham tido os seus momentos, mas falar do futebol português depois do 25 de Abril é falar do Porto – e que isso, em termos de regime político, seja interpretado como se quiser.
 

Porque é que não damos o valor suficiente a estas façanhas portistas? À parte da questão do «um terço/dois terços» que referi logo no início, e da questão da corrupção que ficou aqui pelo meio, por uma razão ainda mais espantosa: porque não nos parece nada de sensacional. Estamos habituados.

É que, para se tornar no melhor clube europeu dos últimos 35 anos, o Porto tomou o lugar de um dos três melhores clubes europeus dos 20 anos anteriores a isso. O Benfica.
 

Entre 1955 e 1977, o Benfica, clube das classes mais baixas de um país completamente isolado do resto da Europa, ainda mais pobre que agora, que andara a saltar de estádio em estádio até chegar, enfim, em 1954, à Luz, com um futebol sem qualquer tipo de expressão internacional à excepção de uma esporádica Taça Latina, tinha ganho 15 campeonatos em 22 e disputado cinco finais da Taça dos Campeões Europeus, ganhando duas. Se não tivesse havido um Real Madrid na década de 50, eu diria o mesmo que disse do Porto: mostrem-me quem fez mais e eu admito o erro de avaliação.
 

A impossibilidade de distanciarmos a nossa análise de um ambiente que nos envolve leva-nos a não compreender perfeitamente a dimensão dos dois maiores clubes portugueses e do próprio futebol português. Menosprezamo-los. Já aqui disse e repito-o: é um privilégio, para o Benfica (e para o Sporting) ter como objectivo superar o melhor clube europeu dos últimos 35 anos, porque, se o conseguir, ficará, automaticamente, muito perto de atingir a elite futebolística internacional – assim consigam superá-lo por se tornarem melhores do que ele e não apenas porque ele se auto-destruiu.
 

O que me interessa, realmente, é que tudo isto assenta em romantismo. Numa palavra, na mística. A mística é uma palavra que pretende definir um sentimento de elevação que se torna superior à rude matéria, uma propriedade espiritual, uma exaltação acima das ciências exactas que faz com que uma entidade seja maior do que ela própria. Isto foi o Benfica. Isto foi o Porto. E não há nada mais romântico e heróico do que isto.

O Benfica encontrou a sua mística no socialismo das classes baixas, em Lisboa e não só; o Porto encontrou a mística na sua ligação à terra, como bandeira de uma cidade com características muito próprias, mas nas conquistas de ambos há um distinto cheiro a portugalidade, a sebastianismo, ao pequeno país que vai por mares nunca dantes navegados, enfrentando Adamastores e tornando-se maior do que o seu destino, fazendo o seu caminho de fé, agradecendo a Fátima pelas graças impossíveis.

A palavra método tem origem grega, e significa caminho. O método de Benfica e Porto teve muitas semelhanças e a maior é a do apelo à mística.



A grande questão é esta: «Como é que um futebol de raízes místicas, de um país ultra-conservador, representado por três entidades que, encontrando soluções diferentes, apelam todas ao mesmo método romântico para atingir o sucesso, se vai adaptar à fria globalização do futebol, em que imperam outras místicas



2004 foi o primeiro ano do resto da vida do futebol português, o ano em que este se viu atingido pela modernidade, e não há, sequer, nenhuma dúvida sobre isso. No mesmo ano o Porto sagra-se campeão europeu, Mourinho revela-se ao mundo e Cristiano Ronaldo também, ao serviço de uma selecção que, a jogar em casa, em estádios de primeiro mundo, atinge a final do Campeonato da Europa – que acaba numa verdadeira tragédia grega, o melhor desfecho possível para um romance que dura 60 anos, ao estilo Doutor Jivago.

O Porto, mais uma vez, na vanguarda isolada do nosso futebol, protagonizou essa transição melhor do que ninguém. Em Maio sagrava-se campeão europeu fazendo um subito e ineperado regresso à mística, com um treinador de Setúbal, nado e criado no folclórico futebol português, filho de guarda-redes, e com uma equipa de jogadores made in Portugal, dos lateralíssimos Paulo Ferreira e Nuno Valente aos alusados Deco e Derlei, com os dois últimos representantes da geração-garrafão (como eu gosto de chamar aos anos do João Pinto…), Vítor Baía e o recuperado Jorge Costa; em Outubro passara à dimensão europeia, investindo como nunca antes tinha investido em promissores internacionais brasileiros como Diego e Luís Fabiano, à patrão, numa aposta clara de tentativa de aproveitamento do balanço financeiro dessa super-conquista para subir a um nível inalcançável pelos dois outros grandes portugueses. Em 2004, após a conquista do titulo europeu, o Porto, olhando para o lado e não vendo mais por onde crescer, tentou globalizar-se.

É desse movimento de expansão internacional, e dos lucros da fase pós-Mourinho, que resulta a possibilidade da sucessiva contratação de jogadores de classe extra, como Lucho González, Hulk, Falcão ou James Rodríguez entre vários outros, que têm permitido ao Porto, já sem a mesma mística mas com mais acesso ao dinheiro, manter a supremacia interna, com cinco campeonatos em sete anos.



Hoje, oito anos passados, olho para um Porto que fez mais de 300 milhões de euros só em vendas de jogadores; que fez, no Verão, a sua melhor venda de sempre; que está no ponto mais alto da sua história, e vejo-o sem dinheiro para pagar transferências banais, sem crédito sequer para fazer um empréstimo obrigacionista a três anos e a vender quinhões de jogadores três meses depois de chegarem e sem lucro. Economicamente, o Porto é um fracasso, não porque esteja muito pior do que os outros mas porque nenhum dos outros teve, sequer, o potencial aproximado de receitas que o Porto teve nos últimos dez anos. Se o Porto não consegue passar a fronteira nestas condições, como passará? (E não me digam que ganhar uma Liga Europa é passar a fronteira porque para isso basta olhar para o quadro das meias-finais.)

É este clube, optimizado e ainda assim praticamente (mais do que tecnicamente) falido, que chega ao fim da primeira década de globalização do futebol português, metido em sarilhos, enrolado em off-shores para contratar suplentes, empenhado em comissões para se conseguir agarrar ao bastião romântico de ir ganhando ao Benfica nos Álvaros Pereiras e nos Danilos do além-mar, custe o que custar. Estou bastante seguro de que não chega, até por uma razão muito importante: na guerra (e em Portugal o que há é uma competição permanente entre três nações) o factor decisivo nunca é o poder absoluto, mas o poder relativo. Os nossos recursos são importantes, porque sem recursos não se faz a guerra, mas aquilo que nos permite ganhá-la é a relação dos nossos com os recursos dos outros. Podemos ter pouco, mas se tivermos mais que os outros estaremos muito mais perto de ganhar a guerra. E, hoje, este Porto civilizacionalmente no topo não tem mais recursos que um Benfica que só ganhou três campeonatos em vinte anos.



Não é minha intenção aqui dizer quem de entre os três grandes se vai sair melhor na realidade do futebol global pós-Bosman. Ler o passado, mal ou bem, todos conseguem. Ver o futuro é mais complicado.

Há factores aleatórios, pontuais ou conjunturais que se misturam, do simples factor humano – nunca sabemos onde e quando vai surgir o próximo Pedroto, o próximo Mourinho, o próximo Eusébio, e eles vão surgir de certeza – ao macro-social – em que tipo de país se vai transformar Portugal nos próximos 20 anos, se mais periférico em termos europeus, se atlântico, se ibérico, se mais rico se mais pobre, e tudo isso influencia os clubes de futebol.

Olho para os três grandes, vejo o Benfica a fazer pontes aéreas entre Lisboa e Buenos Aires e a empreender joint-ventures com as canteras de Real Madrid e de Barcelona, vejo o Sporting a ser obrigado a falar, pela primeira vez, em investidores estrangeiros para conseguir, sequer, sobreviver (ainda vai ser o Futre a arranjar um dos chineses da moda, vão ver) e, além de confirmar que o nosso futebol, de facto, saiu do quintal, tudo me parece ainda extremamente artesanal, levado a cabo por artistas curiosos, pequenos grupos de amadores metidos em camisas-de-forças de hábitos retrógrados, tentando aplicar à lógica macro-económica contas de merceeiro de província, estruturas demasiado pequenas e demasiado frágeis para resistir à exposição à pressão internacional, demasiado dependentes de fulano ou cicrano, em que se continua a falar de um presidente como patrão, como cacique, cuja ausência determinaria a falência da própria estrutura. Pergunto: conseguiria o Benfica, ou o Porto, resistir a uma eleição presidencial em que fosse eleito outro presidente? Ou as famosas estruturas profissionais viriam por aí abaixo como um baralho de cartas?



Considerando que, como já disse, falar do futebol português pós-25 de Abril é falar do Porto, sou forçado a colocar o Porto no seu lugar: à frente do comboio.



Até ao último Verão, confesso, não calculei que a causa da decadência do Porto fosse económica. Talvez por propensão pessoal para valorizar as questões culturais, presumi que o Porto viesse a decair porque os dois factores óptimos de evolução que lhe permitiram tornar-se no melhor clube europeu dos últimos 35 anos – um contexto sócio-político propício coincidindo com as pessoas certas no poder (Pedroto e Pinto da Costa) e um desafio suficientemente grande para provocar o crescimento interno (o Benfica) – estariam esgotados. Quando o Benfica venceu o campeonato de 2010, no contexto em que o venceu, tornou-se difícil conceber que o grande objectivo histórico do Porto – pôr-se acima do Benfica em tudo – pudesse ir mais longe do que tinha ido até aí. O Porto parecia ter atingido o seu limite civilizacional.

A época de 2010/2011 aparece na contra-corrente. A reacção fortíssima do Porto resultou naquela que, tudo considerado, dificilmente não será vista como a melhor época de sempre do clube, e prova que o Porto continua a ser quem mais bem trabalha em Portugal.

Se eu tivesse de apostar, diria que a época passada foi uma espécie de canto do cisne do Porto – um último momento de esplendor, que não se repetirá, e após o qual a decadência será, ainda que lenta, inevitável. Mas isso é, de facto, subjectivo. Diria que é provável que seja, mas não inexorável.

Só nestes últimos meses é que dei por mim a considerar a hipótese real de o Porto vir a ser minado pela economia – mas, depois de a considerar, percebi que fazia sentido. Afinal, é sempre pela economia que começam as revoluções – até a Revolução Francesa se inicia por causa de um imposto… É pela barriga vazia, pela falta de recursos, pelo excesso de consumo, pelo endividamento, por tudo aquilo que o dinheiro ou a falta dele provoca, que chegam as crises e que os sistemas ruem. A primeira parte que falha é sempre a do dinheiro.



Ao olhar para o estado actual do Porto, enquanto último representante da mística à antiga portuguesa, e para o contexto, não consigo deixar de pensar que ele será o primeiro mártir da globalização do futebol em Portugal.

12 comentários:

  1. Bom dia Hugo,
    Acompanho muitos blogs benfiquistas (é a minha doença, confesso) e, por diversas vezes, partilho alguns dos artigos que leio com amigos (poucos, pois sou do Porto) benfiquistas. Este teu brilhante artigo (o tríptico, porque nao) que acabo de ler vou partilhá-lo, não apenas com os amigos benfiquistas mas com todos aqueles que gostam de futebol, porque é obrigatório!

    Um grande abraço e bom domingo

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  2. Agradecimentos impõem-se. Não só por esta reacção como pelos restantes, dos dias anteriores.
    Apesar de alguma coisa me dizer que este último não vai gerar tanta unanimidade como os outros...
    Mas também é o contraditório que acrescenta valor, obviamente.

    Voltando à relva propriamente dita, ficam aqui duas questões «inocentes»:
    - O único resultado que se pode considerar mau do Benfica no campeonato foi em Barcelos, na primeira jornada. Será que, hoje, 5 de Fevereiro de 2012, isso ainda é verdade?
    - Quem é que é mais perigoso nas meias-finais da Taça da Liga: o Gil Vicente ou o Sporting?

    Combinamos para mais logo, depois do Benfica?
    Abraço

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  3. Hugo,

    Os elogios aqui são repetidos a cada post. Este artigo, pela visão inicial sobre o Porto, não é fácil de aceitar por um Benfiquista, mas não deixa de levantar aspectos muitissimo interessantes e que têm que ser encarados com frontalidade, se queremos contribuir para um Benfica capaz de combater esta realidade.

    Abraço

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  4. Realmente é difícil de engolir mas também o óleo de fígado de bacalhau o era,e na minha época livrou do raquitismo montes de putos.Muito bom mesmo.Mais uma vez parabéns.

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  5. 3 postas, 3 pratos deliciosos, muita mas muita lucidez! Realmente, analisando a frio os dados, não será fácil descortinar quem terá sido melhor que o Porto nos últimos anos. Talvez analisando só a nível europeu ou só a nível interno se consiga, mas no cômputo geral não deve de haver.

    Espero ainda que as profecias de mudança se concretizem, embora o Porto tenha sabido sempre voltar a fazer pender a balança para o seu lado! Pode ser que a economia se encarregue de fazer aquilo que o Apito Dourado não conseguiu...

    Mudando de assunto, é certo que ainda só decorreram 45min mas, que análise faz ao Nélson Oliveira? O rapaz faz-se ou não? Penso que falta maturidade mas a qualidade está lá...

    Saudações Benfiquistas!

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  6. Adoro este blog e tenho concordado com praticamente o que o amigo aqui bem escreve mas nesta terceira parte hummm nao sei. Se por um lado penso que tem muito de racional o que aqui escreve sobre os corruptos por outro lado questiono-me se todo este poderio desse clube teria acontecido se nao fossem os métodos sujos e corruptos que eles sempre utilizaram e ainda continuam a utilizar, é que para mim adepto fanático do Glorioso a viver no Norte do País praticamente todas as vitórias nacionais e até mesmo internacionais do Porto estao feridas de ilegalidades, sujidade e corrupçao. Se isso nunca teria acontecido será que todos estes elogios ao Porto e a introduçao do seu texo teria alguma razao de existir?

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  7. É um grande «se». Aliás, é «o» se.
    O que eu acho, sinceramente? Acho que o Porto (ou melhor, o Pinto da Costa e a sua quadrilha –pois custa-me um bocado confundir um mafioso com toda a ilha da Sicília), para ganhar, profissionaliza a corrupção, da mesma forma que profissionaliza o treino ou a prospecção de jogadores. O que me leva a pensar que sim, que o Porto, num ambiente não-corrupto, faria um percurso sensivelmente semelhante.
    Na minha opinião a corrupção - que existe, e em grande escala, nestes 30 anos - é uma consequência de se ter de manobrar o sistema para se ter acesso aos resultados. Não é a origem do sucesso do Porto, é um meio. Talvezo principal. Talvez.

    Se fosse só a introdução do meu texto que ficasse em causa por isto seria óptimo. Mas não é. É, de facto, todo o futebol português. Esse é que é o drama. Tudo o que resulta deste sistema corrompido tem uma mancha agarrada, seja mau seja bom. O efeito mais imediato dessa mácula é que, entre nós, não se consegue o reconhecimento do mérito d parte do adversário. Qual é o sentido de se ser campeão se não há hipótese de nos ser reconhecido o mérito? Mas como é que podemos reconheer o mérito se sabemos que por trás daquilo há batota? É estúpido, é triste, mas é a realidade.
    Mas também é o futebol que queremos. Ninguém nos obriga a sermos assim. Quando tomamos uma medida para nós e outra medida para os outros estamos a estabelecer a base da injustiça e a abrir a porta ao vale tudo e ao cada um por si. Talvez um dia apareça um dirigente que estabeleça uma bitola diferente e que sirva de exemplo para os outros - uma espécie de Pinto da Costa mas em honesto.

    Seja como for, para se poder dizer qua é a melhor equipa da Europa no úlimos 35 anos teria de se saber qual delas é que não faz ou nunca fez batota. É como o doping: como é que sabemos?
    A opção é entre acreditar que isto pode mudar ou deixar de ver futebol. E disso não sou capaz.

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  11. escrevi três comentários geniais e documentados (pela wikipedia) à primeira frase desta posta lamentável. só depois a caminho do quarto comentário é que percebi a intenção provocadora.
    a tua confiança, quase manipuladora, quase manipula um leitor desavisado. se ninguém é capaz de evocar clubes com melhor curriculo que o porco nestes 35 anos (porquê 35?) então nem vale a pena estar aqui a gastar latim com isso. os crédulos como lhes chamas hão de crer naquilo que quiserem.

    podia discutir-se entre os clubes grandes da europa qual é que cresceu mais, relativamente. aí o porco podia ter uns grunhidos a fazer e eu daria o meu bitaite.

    agora, taxativamente, o melhor clube da europa...f§da-se... não me gozem!!!

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  12. tenho q dizer isto. conheci o blog há 3 ou 4 dias e resolvi lê lo com atenção! depois esta punhalada indefensável nas costas...

    desilusão desilusão. a pior coisa que te posso atirar é que já estás a treinar para 'orelhas'

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