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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Zen

Gostei de tudo na reacção da equipa do Benfica à derrota em Guimarães. Desde a ida do Luisão à flash interview ao silêncio dos outros jogadores; desde a raiva do Jesus nessa mesma flash-interview (ficou ali a sensação de que se o desgraçado do jornalista dissesse uma palavrinha a mais que fosse o Grande J se lhe atirava à jugular como um morcego depois de um jejum de 40 dias e lhe chupava o cérebro) à total ausência de papagaiadas do Vieira, que geralmente aparecem depois de uma derrota e que, parecendo que são um voto de confiança, não são mais que um sinal de insegurança.
Desta vez, ao contrário de muitas outras, a derrota parece ter sido assimilada pela estrutura do Benfica (meu Deus, que alegria, o Benfica também já tem uma estrutura!) de uma forma racional, profissional e consciente de que, considerando toda a envolvente, nada impede a equipa de demonstrar, em Coimbra, que os actos falam mais que as palavras.

Não é só por causa disto que tenho, tanto quanto se pode ter, a certeza de que o Benfica vai ganhar a Coimbra. Por vezes fazer as coisas bem feitas não permite uma recompensa directa e imediata. Mas quando as coisas são mal feitas há quase sempre uma garantia de insucesso, a curto ou a médio prazo.



Há alguns elementos que podem colocar em perigo a vitória do Benfica em Coimbra:

- uma tentativa do Jesus em sobrecorrigir o que não correu bem em Guimarães. Se ele achar que o problema foi estratégico pode tentar corrigir em demasia. Traduzindo para benfiquês, inventar. O Jesus não tem nada que inventar. Tem que pôr a jogar os onze do costume, da maneira do costume, e esperar que a concentração e a energia dos melhores jogadores (previsivelmente muito elevadas, ao contrário do que foi possível em Guimarães) façam o resto;

- Ia a falar noutros elementos, mas não há. É só este. Acho que o azar não terá força suficiente para impedir a vitória em Coimbra, e que nenhum árbitro terá coragem de prejudicar o Benfica na semana anterior ao jogo do título – nem de propósito nem sem querer. Aliás, tenho a certeza de que o árbitro, seja qual for, vai gerir o jogo com pinças para ninguém poder dizer que está a serviço do Porto. Há jogos e jogos, e já lá vai o tempo em que não faltava sequer a vergonha para roubar campeonatos em plenos Benfica-Porto ou Porto-Benfica, quanto mais em jogos de altíssimo perfil como será o de Coimbra. Arrisco mesmo dizer que, em caso de dúvida, o habilidoso do dia vai decidir sempre a favor do Benfica, tal como acontecerá nas Antas, com o Feirense.



O ciclo Guimarães-Coimbra-Porto continua a ser um jogo único para o Benfica, e a derrota significa apenas que o Benfica está em desvantagem no fim da primeira parte. Veremos, no final deste ciclo – em que incluo também o Zenit, pois considero que o que o Benfica vai fazer nesse jogo dependerá muito do que tiver feito nos três que o antecederam – se a derrota em Guimarães não terá impedido o Benfica de acabar o ciclo na mós de baixo, e, consequentemente, se não terá levado o Benfica a poder dizer que a acabou na mó de cima.

Podem ver nesta revisão benévola da derrota em Guimarães o cúmulo do optimismo, e uma tentativa desesperada de olhar para o copo meio cheio, mas, inspirando-me na educativa gestão do silêncio demonstrada pelos profissionais do Benfica durante os últimos dois dias (esperemos que continue, porque a hora, decididamente, não é de falar mas de trabalhar), e continuando a acreditar que esta derrota, como este título, se reduzirá a uma questão de oportunidade, respondo apenas: veremos...



*

Secção Porto:

Por um lado, é evidente que seria muito mais útil para o Benfica – e para o Braga, já agora – que o Porto continuasse distraído com a Liga Europa. Tornaria o campeonato muito mais fácil.

Por outro, que tipo de consequência poderia ter, para o estatuto interno do Porto, perder um campeonato em que se encontrava a apenas dois pontos do Benfica depois de passar a ter de se preocupar em jogar apenas uma vez por semana a partir da 19.ª jornada desse campeonato?

Veremos…



*

Secção Sporting:

Entre a lesão do Capitão América, o jogo do Braga em Istambul e o jogo com os rapazes polacos amanhã o cimento do quarto lugar do Sporting está a começar a secar.

Se isso tornará o clube mais ou menos apelativo ao russo Prokhorov… veremos.

Por um lado, só pela curiosidade de ver como a coisa se desenrolaria, gostava que o investimento do russo se concretizasse. Por outro, como benfiquista, é perigoso, e não é pelas razões que os adeptos do futebol pensam.

Eu conheço relativamente bem o Prokhorov, porque acompanho a NBA, e ele, como se sabe, é dono dos New Jersey Nets. Em Portugal estamos formatados a olhar para os russos pelo estereótipo do Abramovich. Pois isso, com o Prokhorov, seria um erro crasso. Ele não vem para cá o perguntar aos inenarráveis Godinhos de quanto dinheiro é que precisam para gastar em Carriços e Carrilhos.

Prokhorov não é um Abramovich, e muito menos é um daqueles russos barrigudos em camisa de camionista que o Bruno Carvalho pôs à volta de uma garrafa de vodka para tirar uma fotografia durante a campanha eleitoral. Para Prokhorov, o desporto não é uma brincadeira, não é um iate caro nem é uma simples forma de lavagem de dinheiro: é uma actividade económica, vista a longo prazo e dependente de uma estrutura cuja saúde ele privilegia. Prokhorov, que tem muito mais de ocidental que de russo, não anda no desporto para esbanjar; é muito mais perigoso do que isso, pois anda no desporto quer para ganhar dinheiro quer para ter sucesso a longo prazo.

É claro que, para ter sucesso a longo prazo, o Sporting tal como o conhecemos hoje, enquanto feudo de fidalgos e viscondes fora de prazo, por um lado, e zona franca de vândalos, por outro, teria de desaparecer, o que nos levaria a perguntar se continuaria a ser o Sporting e se estes sportinguistas de matriz o quereriam realmente, pois não haveria lá lugar para os seus desmandos. Porque Prokhorov não se limita a entrar – toma conta, pode e manda. E quando não é assim nem sequer mete o pé para lá da porta. Mas isso já são outros quinhentos…

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Os Outros

Más notícias para o Porto antes do jogo começar: Mancini não secundarizou a Liga Europa. Pior do que isso: não só percebeu que esta eliminatória é uma final antecipada como quis resolvê-la logo na primeira mão. Vai daí, mete o onze mais forte. Isso foi, por si só, o factor mais determinante para o desfecho do jogo.

O cariz do jogo foi, afinal, aquele que eu esperava, com o Porto permitir a superioridade territorial do City para aproveitar o espaço – e aproveitou-o mesmo, fazendo uma primeira parte muito boa.

Só a qualidade colectiva e a experiência internacional do Porto lhe permitiram equilibrar um jogo perante uma equipa tecnicamente muito superior e com um ritmo que não está ao alcance de nenhuma equipa portuguesa. Um City sem Silva e Touré, por exemplo, poderia estar mais vulnerável. Um City completo é outra história – e Silva é a verdadeira estrela desta equipa.

A sorte do jogo e a imaturidade de Balotelli frente a baliza permitiram ao Porto aguentar o 1-0, mas os primeiros 20 minutos da segunda parte acabaram por mostrar que não há milagres. Nesse período faltou ao Porto, simplesmente, qualidade. Quatro meses de degradação técnica e táctica por parte do seu treinador de segunda categoria resultaram, afinal, no que se viu no Porto quando o City manteve o pedal a fundo e foi atrás da eliminatória: uma equipa afundada, sem soluções, sem verdadeiros automatismos na saída da pressão alta (algo a que, em Portugal, nunca está sujeito).

Este é o Porto de Jesualdo. O Porto pré-Villas-Boas. Um Porto a quem falta a sexta velocidade europeia. O City meteu uma abaixo e o Porto passou a ver jogar.

A época europeia do Porto acaba daqui a uma semana, e a grande questão é quanto vai passar a valer este Porto a jogar só para o campeonato. Pode ser que se aborreçam, que percam o ritmo, enfim, que estranhem… O Hulk, pela quantidade de vezes que, em desespero, tentou inventar passes de calcanhar para ainda conseguir dar nas vistas, vai estranhar de certeza.

A verdade é que as três próximas jornadas passam a ter uma importância ainda maior depois disto.



O Legia-Sporting foi uma espécie de Zenit-Benfica dos pequeninos. Liga Europa em vez de Liga dos Campeões, Polónia em vez de Rússia, a diferença dos clubes, claro, os factores campo e frio – falou-se pouco destes dois por causa da Novela do Choramingo mas o Sporting enfrentou condições tão adversas como o Benfica, neste aspecto – e até o Sá Pinto, quando for crescido, vai ter aquela bela melena pintada de grisalho, como o Grande J. Aura de salvador, já tem.

O que escrevi ontem em relação aos empates com golos, mantenho. Mas o 2-2, sobretudo contra uma equipa claramente inferior como é o Legia, continua a ser um resultado que quase mete o Sporting na próxima eliminatória. Apesar de tudo, dá muito mais margem de manobra do que o 1-1. O Sporting pode sofrer um golo sem entrar em pânico. Apesar de estarmos a falar do Sporting e de termos de dar o desconto para a tragédia, note-se…

Como o Legia demonstrou, continua a ser facílimo marcar um golo ao Sporting de bola parada: basta centrar a bola para onde não está o Capitão América e esperar que a lei da gravidade faça o resto, sendo que neste caso a bola é inevitavelmente atraída para a baliza.

A chicotada psicológica não funcionou, o que, parecendo que não, é positivo. Geralmente os jogadores que respondem a chicotadas psicológicas são jogadores psicologicamente frágeis. Um jogador estrutural e profissionalmente sólido não deve estar dependente de ter um treinador novo para jogar melhor. O Sporting do Domingos teria feito o mesmo resultado e o mesmo jogo na Polónia que o Sporting do Sá Pinto.

O verdadeiro impacto do novo treinador vê-se muito mais no longo prazo, e não é no pontapé na bola, que nisso os jogadores são iguais ao que eram antes. É na capacidade de aguentar a contrariedade, de suportar a pressão, de procurar o colectivo como solução, de jogar mais depressa, de fazer e sofrer pressão, nos pormenores que, todos juntos, fazem as pequenas diferenças que em competição cavam os grandes fossos entre as equipas. E que dão, centímetro a centímetro, muito trabalho até se conseguir fazer sem pensar. O jogo menos importante de um novo treinador é o primeiro.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Tremei!

Começa amanhã o resto da época e não quero saber do Sá Pinto para nada, a verdade é esta. Não me apetece falar de politicas, apetece-me falar de bola, porque agora é que a bola chegou a sério. Deixo o Sá Pinto para a semana, depois das duas vitórias nos dois primeiros jogos meterem os sportinguistas de barriga para o ar.

Para já, só duas notas:

- O Coração de Leão tomar posse no Dia dos Namorados é engraçado, e veremos se não é premonitório;

- Sem querer, encostado à parede, o Sporting é bem capaz de ter acertado, por aquilo que vou observando e racicinando. Dentro dos limites daquilo que, para o Sporting, é acertar, claro. Repare-se que nestes dois dias já se falou não sei quantas vezes do «sucesso» do Paulo Bento, quando o sucesso do Paulo Bento foi ter ganho duas Taças e ter ficado três vezes em segundo no campeonato. Porto e Benfica adorariam que Sá Pinto ficasse 20 anos no Sporting com este tipo de sucesso. Eram mais 20 campeonatos para distribuir entre os dois.



Falando do que interessa…



Estou com grande curiosidade em ver a equipa que o Jesus vai escolher para o jogo de amanhã. Eu, no momento de definir prioridades, não teria dúvidas em resguardar jogadores para o jogo de Guimarães. Por duas razões.

Em primeiro lugar, porque jogar naquelas condições vai dar disparate. É demasiado exigente para o físico para não virem de lá, pelo menos, dois jogadores tocados, e isto num momento em que Javi Garcia já não vai jogar.

Em segundo lugar, porque estou plenamente convencido que o segundo jogo é que vai decidir a eliminatória.

O sucesso do Benfica nesta eliminatória passa por defender muito bem na Rússia, marcar um golo e deixar a passagem em aberto para o segundo jogo, que virá no final do ciclo decisivo para o campeonato, com a equipa (se tudo correr bem) com o título encaminhado e sem ter mais nada na cabeça, a jogar em casa. Na Luz, o Benfica pode fazer o resultado de que precisa, desde que não o comprometa na Rússia.

A eliminatória é equilibradíssima, e penso que poderá ter ficado decidida com a lesão de Danny, que seria o jogador fundamental do Zenit na 2.ª mão.

A ausência de Javi Garcia não deve ser menosprezada. Ter Matic não é o mesmo que ter Javi, em nada, mas sobretudo em cultura defensiva. A lesão de Javi, aliás, vem na pior altura, e é problemática. De facto, juntamente com Luisão e Artur, Javi é, na minha opinião, um dos três jogadores que não têm substituto à altura na equipa, quer pela qualidade quer pelas funções específicas que desempenham. A saída de qualquer outro jogador não obriga a nada mais que uma mudança de pessoal. A saída de Luisão e Javi obriga a mudar estratégias, porque a sua substituição requer sempre um jogador e meio – ou seja, dois jogadores. Neste caso. Witsel vai ter de fazer de uma parte de Javi, e ofensivamente o meio-campo vai ressentir-se.

Não devemos também menosprezar o facto de este ser um dos jogos mais importantes na carreira do Jesus. Neste momento, o Jesus é um treinador já a alargar horizontes, e a Liga dos Campeões é o espaço para ele se mostrar. Já aconteceu este ano e vai voltar a acontecer. Aliás, o contrário é que seria estranho, e penso que os próprios jogadores, que sonham com a Champions, não ficariam agradados se sentissem que o treinador punha em causa a prestação da equipa nessa competição para proteger jogadores. Os jogadores não querem ser protegidos na Champions, querem é jogá-la, porque campeonato há todas as semanas. Mesmo que dissessem o contrário (e não dizem, note-se).

Curiosamente, acho que o estado do relvado e a lesão do Javi Garcia, apesar de dificultarem a vida à equipa, podem facilitar as decisões de Jesus. O terreno pesado pode levá-lo a apostar em jogadores mais físicos. Não me admiraria que Gaitán e Aimar não jogassem de início e que Jesus os guardasse para a passagem da hora de jogo, tentando optimizar o único factor que tem a seu favor: a falta de pedalada do Zenit, faz o seu primeiro jogo a sério depois das férias.

Não me surpreenderia mesmo nada ver o Benfica a entrar com Artur; Maxi, Luisão, Jardel e Emerson; Witsel, Garay e Matic; Bruno César, Cardozo e Saviola, com Aimar, Gaitán e Rodrigo a entrarem na segunda parte, apesar de ser mais provável que Jardel não jogue e que um destes três (provavelmente Gaitán) ou Nolito comecem o jogo.

Sei que o Jesus vai tentar surpreender o Spaletti (ou, segundo a gíria benfiquista, inventar) só não sei onde.



A grande questão para o Benfica vai ser conseguir marcar. É verdade que, normalmente, o Benfica marca, mas esta é uma situação extraordinária. Além de tudo o resto, convém não esquecer que o Zenit é uma das equipas que mais aproveita o factor casa na Europa, seja porque razões for, com bom ou mau tempo. Há uma própria cultura que se cria, e isso, nos jogos europeus, conta muito.

Penso, friamente, que arrancar uma vitória em São Petersburgo não está ao alcance do actual Benfica, que um empate é possível mas improvável, e que provavelmente o Zenit vai acabar por conseguir desequilibrar numa jogada fortuita, por mero à-vontade de jogar em casa.

Também penso que, no cômputo geral, o Benfica é ligeiramente superior ao Zenit (sobretudo sem Danny) e jogo nisso para decidir a eliminatória.

Em conclusão, considerando tudo isto, e sobretudo por causa das lesões, que vão ser mais influentes que o frio, prevejo, mais ou menos, o seguinte: vitória do Zenit, na Rússia, por 2-1, e vitória do Benfica, na Luz, por 3-1, eventualmente no prolongamento. É assim tão equilibrada esta eliminatória.



Já que estamos em dia de amores e almas gémeas, falo também do Porto.

Continuo a dizer que o Porto vai passar a eliminatória. Os factores que identifiquei na altura do sorteio mantêm-se intactos. Confirma-se que o City caiu de produção, como era previsível que caísse, e o facto do primeiro jogo ser jogado nas Antas favorece o Porto, porque joga em casa sentindo que tem tudo em aberto.

Não é problemático para o Porto não ter o Manko. Duvido que o Manko jogasse este jogo mesmo se pudesse. O Porto vai beneficiar de um autêntico privilégio para qualquer equipa de topo: poder jogar em contra-ataque em casa, algo que praticamente nunca acontece e que desta vez vai acontecer. Nesta estratégia, é melhor para o Porto ter três avançados rápidos do que dois, sobretudo com o Hulk no meio. Com uma equipa pequena, é contra-produtivo; com uma equipa grande é o ideal. Ter espaço para correr e jogar, com avançados tecnicamente muito superiores aos defesas adversários, em casa, com a motivação no topo, no que pode ser a última oportunidade para mostrar a toda a gente que continua a ser uma equipa de Champions, contra uma equipa suficientemente boa para exigir o máximo mas muito longe de se encontrar fora de alcance (pelo contrário) – eis o cenário ideal com que o Porto se vai deparar na 5.ª feira. Hulk e James, a jogarem para o contrato, vão detonar a defesa inglesa.

Também há o factor Lucho, que traz experiência e confiança. Lucho tem a tarimba europeia toda. Aliás, o Porto tem uma equipa mais experiente, em termos europeus, que o City, e isso vai ser importante na abordagem ao jogo. O Porto vai saber como abordar a eliminatória, e não só o jogo. O City, duvido. Aliás, é só por não ter experiência europeia  que o City está na Liga Europa e não na Champions, porque qualidade não lhe falta.

Duvido muitíssimo que os factores de motivação do City lhe permitem arrancar sequer um empate nas Antas, e consigo ver perfeitamente o Porto a empatar em Manchester, se tiver de o conseguir para passar a eliminatória. O Porto tem tarimba suficiente para isso.



O que prevejo nesta eliminatória: vitória do Porto nas Antas, com 2 ou mais golos marcados, e o resultado necessário para passar, na 2.ª mão, em Inglaterra, mesmo que seja uma derrota.



Sendo assim, para meter o dinheiro falso onde tenho o paleio, aqui fica uma ronda europeia da Liga Bwin, já com o Sporting, cuja antevisão deixo para amanhã (e ainda bem que não apostei no Braga…):



Zenit-Benfica

6 euros na vitória do Zenit, a 2.55. (Bem gostava eu de meter os 6 euros no empate, a 3.20. O coração manda, mas a razão não deixa)



Porto-Manchester City

8 euros na vitória do Porto, a 2.75



Legia-Sporting

9 euros no empate do Sporting, a 3.20 (uma odd óptima, digo de passagem. A vitória do Sporting está a 2.15. Irrealista, atrevo-me a dizer.)